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FRANK ROTHKAMM
Lax
Flux Records – imp.
Frank Rothkamm descreve em Lax  como um “cinema vérité”, as contrastantes trilhas sonoras de filmes: são 10 faixas deste coletivo gradual re-fiação da realidade com a de alto paralelismo durante os 2 anos antes dos anos 00 na metrópole de Los Angeles. Nos lembra ainda e também o fato deles usarem equipamentos vintage, incluindo uma Hewlett-Packard de primeira geração. Além de recorrerem ao clássico vídeo-game Atari e Macintosh para computadores domésticos. Enfim, a banda tenta inovar e fazer algo diferente, mas mesmo assim soa estranha e esquisita. PR

Track list:
01 Temporarily Unavailable or Descent into LAX
02 Los Angeles or LATV
03 Beehive or Focal Point of Masonic Meditation
04 Digital Signal Processor or Earthquake
05 Still Random or Burial of Music
06 Digital Feedback or Highland
07 Sine ++ or Compass
08 XFM or New Encounter Architecture
09 Reality or Room in Hollywood
10 Bellsine or Ascent out of LAX

ELEKTRISCH
2
Major Records – imp.
Mais uma coletânea, agora do selo Major Records, sob a égide Elektrish, que chega já em seu volume 2, e desta feita, eletrônica, com artistas de EBM, Industrial, Dark Electro e etc. Você já viu esse filme antes, ou seja, já leu essa resenha antes? Pois é. Esse deja-vu com cara de cópia faz jus a este tipo de coletânea, que coloca vários artistas diferentes, mas se você não soubesse disso, pensaria que era de uma banda só. Quase tudo igual. Mais do mesmo de sempre. Em vez de comentar as faixas e bandas, segue o fabuloso e complexo track list dos mesmos. O diferencial é que a coletânea é dupla. Então tome mais do mesmo. E como o pessoal que ouve esse tipo de música está mais preocupado em dançar do que perceber a musicalidade do que está ouvindo (as vezes, estas pessoas tem musicalidade nula – se não for pra dançar, nem querem ouvir nada, muito menos reparara no que está ouvindo). Então, milhares de DJ’s espalhados pelo Brasil, comprem este 2 e continuem se achando os fodões ao tocarem algo do que está aqui. No Brasil, DJ tem mais ego do que bandas propriamente ditas. PR – 7,0

CD1
1. ALPHAVILLE - To Germany With Love (Sebastian R. Komor Extended Remix)

2. CAMOUFLAGE - We Are Lovers (!Distain Remix)

3. CLIENT - Zerox Machine (Mechanical Cabaret Extended Remix)

4. DEINE LAKAIEN - Where You Are (Memphis Remix)

5. X-PERIENCE - Return To Paradise (The Promise Remix)

6. ERASURE - All This Time Still Falling Out Of Love (Shanghai Surprize

7. MECHANICAL CABARET - Disbehave (Mesh Asbo Remix)

8. GOLDFRAPP - Ooh La La (When Andy Bell Met The Manhattan Clique Mix)

9. IAMX - Spit It Out (Alexander Kowalski Remix)

10. MESH - Step By Step (Mechanical Cabaret Extended Remix)

11. ASSEMBLAGE 23 - You HavenZt Earned It (The Lodge Remix)

12. UNHEILIG - Ich Will Alles (Elektronik Club Mix)

13. BOYTRONIC - Little Italian Feeling (Days Of Fate Remix)

14. PURWIEN feat. WITT - Alle Fehler (Client Remix)

CD2
1. [:SITD:] - Suffering In Solitute (Empathy Mix) CODE 64 - Guardian

2. PSYCHE - Angel Lies Sleeping 2007 (Extended Neuropa Remix)

3. IRIS - It Generates (Darker Days Remix)

4. LOWE - The Vanishing (Steve Wasabi Remix)

5. CELLULOIDE - Who Is The Angel (Dekad Remix)

6. SCARLET SOHO - Modern Radio (Menichal Servants Remix)

7. X-DIVIDE - I DonZt Care (Trance Club Mix)

8. OBSCENITY TRIAL - Here And Now (Syrian Remix)

9. TECHNOIR - Manifesto (Beborn Beton Club Edit)

10. NEUROPA - Blitz (Celluloide Remix)

11. NONO - Geisha

12. MOTUS - Leave

PEARLS OF DEW
Alpha
Major Records – imp.
O duo POD (Pearls Of Dew – não se tata daquela banda de New Metal) renasceu das cinzas do extinto Klangzeit e já realizou vários remixes de outras bandas como Namnambulu, Lights Of Euphoria, No Comment, Boytronic, Unheilig. Depois do EP Kunstprodukt eles já lançaram o debut Alpha. Um misto refrescante de Electro-Pop calcado nos gloriosos anos 80, com batidas de Electroclash. Tragic Art é um bom pedaço disso tudo que estamos falando aqui. A modernidade tecnológica, soando menos “vintage” (se é que dá para usar esse termo dentro do Electro já dos anos 80) aparece na música Golem. A Thousand Times é uma música poderosa. Impressionante e inusitada a cover dos Punks britânicos do Exploited, para Troops Of Tomorrow. Enfim, eles atiram para quase todos os lados e acertam em quase todos, assim como sua gravadora a Major Records. PR – 7,5

Track list:
01 Get closer
02 When love goes blind
03 Golem
04 A thousand times
05 Photograph
06 Das letzte mal
07 Out of time
08 Tragic art
09 Radioklang
10 Struwel
11 Tinkerbell
12 Troops of tomorrow
13 I felt love
14 Soldiers of fortune
After releasing an EP

THOLEN
Sternklang
Cyclic Law – imp.
Depois de uma série de lançamentos desde 2003 em outros projetos e bandas, o Eisen lança agora o seu primeiro disco conceitual com a égide de Tholen, que marca também o início de um ciclo com a Cyclic Law. Aqui temos um bom Dark Ambient contido nesta mais de 1 hora de música, apesar de poucas faixas, apenas quatro, todas são faixa-título, enumeradas de 1, 2, 3 e 4. Nas palavras de Tholen (Eisen, na verdade) "a hora mais sombria é sempre aquela que precede o nascer do sol”. Ao menos sua música é bem sombria, em que ele tenta fazer um estilo único. Sem destaques e não muito a comentar, já que, o disco tem praticamente uma música só. PR – 8,0

Track list:
Sternklang1
Sternklang2
Sternklang3
Sternklang4

SINKE DUS
Akrasia
Cyclic Law – imp.
O pecado da Cyclic Law é enviar todo o sue material só o CD, sem encarte nem aquele promo que tem as informações. E nem release, ou fact sheet. Isso dificulta em muito a resenha deste redator. A resenha fica comprometida, por isso todos os títulos desta gravadora são mais sucintos. Afinal, um CD é um produto como um todo e não só o disco! Markus Lonebrink não é explorar as questões filosóficas mais do que a experiência subjetiva. Rodeado por exuberantes zangões e lenta evolução melancólica em suas melodias, o Sinke Dûs oferece uma viagem pelos sentimentos de akrasia, escuro e oprime. Trata-se de uma banda sonora pelo existencialismo. Premonition é perfeita para uma noite de solidão. Às vezes soa como o mar, amplo e cheio de solidão e desespero, como uma melancólica maresia. Várias passagens são do melhor Ethereal, cheias de melancolia, expondo seus sentimentos. Enfim, música essencialmente instrumental tem-se pouco a se dizer, mas muito a se ouvir ou dançar. Aqui, você decide. PR – 8,0

Track list:
The Premonition
Acedia
Remnants
That Which Was Lost
The Abyss
That Which Lies Beyond
Fortitude

TOWARDS DARKNESS
Solemn
Cyclic Law – imp.
A banda Towards Darkness (antes conhecida como The Mass) cometeu um monumental opus de angústia, cheia de densidade em seu segundo disco. Depois de dois anos de silencio, a banda vem com uma música bem Dark, quase Ambient e quase Darkwave. Neste segundo disco, uma nova identidade foi formada. Profundo, Dark, opressivo, ambiências poderosas e atmosferas orquestradas. Muito bom gosto! Mais forte e mais refinado do que no seu debut, temos uma grande força dentro da música Dark. Repito, sem temos encarte, ficamos sem ter maiores informações da banda e compromete um pouco esta resenha. PR – 8,0

Track list:
The Summit
Contentment
Nine Faces
Continuity Error
Alone
Despair

ROSEWATER
Bloodcount
De Hailng da Letônia, o Rosewater surgiu, e agora comemora uma década de sua carreira. Bloodcount permite-nos ter uma idéia melhor sobre o potencial desta banda e ao menos o que posso dizer é que esta é definitivamente a melhor Dark Eletrônico que já ouvi da velha Rússia! Ou melhor, da velha Ùrssia, uma mistura de urso com URRS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas). Pois a Letônia já é fora da Rússias, mas os laços econômicos, culturais e musicais se entrelaçam. Os Rosewater promovem misturas de elementos Dark e eletrônicos com puro Industrial. O som é brutal e poderoso, enquanto reforçada por algumas partes vocais pouco melódicas. Os Rosewater soam como o único bom compromisso entre Industriais e Eletrônicos. Senão o único, um dos. Lá está o suficiente para convencê-lo que aqui as canções têm enorme potencial deste trio, que certamente merece um reconhecimento de todo o mundo a nível Dark Electro. O Unsoundness retira-se a absoluta alta luz, mas também gostaria de referir o Dzelzsbetons, Cold Refuge, Nakts Un Nāve e End, como destaques.

Track list:
1- N.M.E. (6:26)
2- Unbroken (4:47)
3- On The Move (5:28)
4- Dzelzsbetons (6:26)
5- Unsoundness (7:11)
6- Cold Refuge (7:29)
7- Nakts Un Nāve (4:40)
8- End (4:44)
9- Antibody (5:09)
10- Irreversible Alterations (6:29)
11- Untitled (3:51)
Video - Katatonika (7:07)

UNIVERSAL POPLAB
O grupo sueco de Synthpop (ou Synth Pop) Universal Poplab teve um avanço grande em 2006 e 2007 com um bom álbum e um par de singles lançados do mesmo. Para comemorar este sucesso se agora liberação de um disco com edição muito limitada (1000 exemplares apenas) num remix CD feito especialmente para os fãs. Destaque aqui são remixes de músicas do álbum Uprising. Alguns deles já foram adicionados aos singles como um lado B e outros compilados sobre este álbum que ainda não foram anteriormente. É sempre difícil escrever algo sobre remixes quando os originais já são muito bons e ainda mais quando uma banda Synthpop foi remixada por outros artistas Electro (Pop). O remix de Fire por Andreas e os produtos químicos é surpreendente devido à utilização de um baixo acústico, que lhe confere um toque de Indie Rock. Aliás, a banda tem uma veia Rock, por isso é cultuada por fãs de Rock e não só por fãs de Electro (Pop) ou apenas Synth (Pop). PR – 8,0

NERONOIA
Um Mondo In Me
Eibon – imp.
Este Neronoia é um interessante encontro entre o Canaan e o Colloquio. A italianada se reuniu para comer macarrão, beber vinho e se deprimirem juntos! Os esforços em comuns dos 6 músicos envolvidos resultou em uma espécie de onda flutuando sua música dos descendentes entre Gótico e Ambient. Presumo que o Ambiente foi injetado pelo renomado Canaan, a maior influência e predominância dos dois bons grupos. Vem através de sua influência sobre alguns cortes (canções foram numerados de 1 até 10). O vocalista canta numa calma e com um vocal um pouco assustador e fantasmagórico em sobremaneira. Sua forma de cantar preguiçoso e desleixado se encaixa perfeitamente ma sua música. As canções foram cantadas na sua língua mãe (italiano) lembrando-nos do impressionante arsenal de bandas góticas em Itália. Uma típica banda da Eibon Records, mas com certeza não a melhor. Prefira as duas originais.
PR – 7,0

DEFLORE
Human Indu[b]strial
Subsound Records – imp.
Boa banda de Roma (Itália, claro, afinal a italiana gravadora Subsound só trabalha com bandas locais e macarrônicas), de Industrial com influências Electro Mental Grooves. Eles são Christian Ceccarelli (bass, programming) e Emiliano Di Lodovico (guitar, “noises”). Uma massa sonora, pesada, densa, Industrial caótica, apocalíptica, armagedônica, muitas batidas (beats), atmosfera de terror, assemelhando-se com Pink Turns Blue. O erro são as faixas serem muito parecidas entre si, com destaques ainda para Experiment C-Low, Emostatico (ih, o que será que tem de Emo aqui?), Emilionero e fechando com Subsound Corporation. Esta, em particular, bem Ambient, com 8 minutos e meio de duração, cheia de experimentalismos e Noise. O Duo é respeitado no mieo DJ. Tente se quiser e goste de conseguir. PR – 7,0

INERTIA
Inertia
Cryonica – imp.
Este é o novo álbum desta banda britânica de EBM e Industrial. Bem de inércia o som do grupo não tem nada.  Aqui, é o resultado das experiências musicais de Reza com Killing Joke, que compôs a maioria das faixas aqui contidas. Claro, com um approach diferente, com bem menos guitarras. Batidas dançantes, atmosfera sombria e sinistra, levada de Electroclash, e destaques para Preacher, Follow Me e Sister’s Moment, que conta com a participação especial de Alexys do Client E no baixo. Ele ainda canta na EBMica Pressure. A faixa mais pesada é Higher e a mais dançante é Repent. Em Lost as influências de Depeche Mode são nítidas, líquidas, certeiras e notórias, num momento Electro Pop (ou o bom e velho Synth Pop dos anos 80). Perfeito para sua balada. AD – 7,5

Track list:
The Preacher
Paralyzed
Pressure
Lost
Follow Me
Sisters Moment
Higher
Le Cirque Noir
Repent
Finale

CRYOTANK
Vol 2
Cryonica – imp.
Mais uma coletânea, agora do selo Cryonica, sob a égide Cryotank que chega já em seu volume 2, e desta feita, eletrônica, com artistas de EBM, Industrial, Dark Electro e etc. Em vez de comentar as faixas e bandas, segue o fabuloso e complexo track list dos mesmos. PR – 7,5

Tracklistining:
Swarf - Don't Silence
Swarf - Parlour Tricks
Blue October - Miracles Gone
Blue October - Nervous Energy
Mono Chrome - Covered in you
Mono Chrome - Thunder (Process of Elimination vs Mono Chrome)
Octolab - The Doll
Octolab - MindControl
Inertia - Paralysed
Inertia - Pressure
Fiction 8 - After All
Fiction 8 - Sometimes
KnifeLadder - The World tears it's heart out (AntiValium Remix)
KnifeLadder - None of you (AntiValium Remix)
Mono Chrome - Fall in to you (Terrorfakt Mix)
Inertia - Slow Motion (Aslan Faction Remix)

GOLGATHA
Tales Of Transgression & Sacrifice
Cold Meat Industry – imp.
Os germânicos: Golgatha: são um dos projectos mais profícuos no espectro Ritual Folk - já este ano haviam lançado um CDr focado na temática da vida e da morte (sob inspiração da fotografia de Birthe Klementowski), e agora regressam com este Tales of Transgression & Sacrifice, o seu terceiro longa-duração. Lançado pela sueca Cold Meat Industry, é apresentado num digipack de tamanho DVD e acompanhado por um livrete de 32 páginas. A fonte de inspiração para este trabalho foi o trabalho do filósofo francês Georges Bataille, que serviu de mote para estas 13 faixas de Folk apocalíptico, paisagens sonoras shamanísticas e misticismo Gótico. Depois de dois trabalhos que exploraram a temática do heroísmo, Tales of Transgression & Sacrifice marca uma mudança na sonoridade do grupo fundado em 2004 por Christoph Donarski e S. Marleni - desde o Ambient-Drone dos primórdios da sua actividade, até à crescente incorporação de instrumentos acústicos, acabando neste trabalho com o recurso a ritmos ritualísticos e canções de matriz puramente Folk. Este trabalho conta ainda com a colaboração da voz feminina de Sorakey. PR – 9,0

Track list:
01 - Prologue: Scars (2:24)
02 - Man of Fire (Black Sun (3:40)
03 - Sacred (2:24)
04 - Garden of Love (v.II) (2:48)
05 - Rite of Spring (v.II) (4:59)
06 - Tunguska (4:03)
07 - Hag=All (2:56)
08 - Lost Horizon (3:29)
09 - Initiation (2:42)
10 - Passage (3:21)
11 - Birth=Rite (4:53)
12 - Flesh of the Orchid (v.II) (3:21)
13 - Epilogue: Sacrisphere (4:27)

ALL MY FAITH LOST
The Hours
Cold Meat Industry – imp.
Cold Meat apresenta também o novo registo dos All My Faith Lost..., intitulado "The Hours". Este segundo trabalho da banda Italiana apresenta 11 temas, deambulando entre o piano, guitarra, violinos, flauta e violoncelo. Entre tudo isto é de realçar as vozes de Viola e Federico, numa harmonia, suavidade e tranquilidade que nos transporta para uma redoma flutuante de sonhos por entre as nuvens. Ambas as vozes lideram as músicas interagindo perfeitamente com todos os outros instrumentos, sussurrando por entre sons de guitarra e violino. A banda tocou este ano pela primeira vez fora de Itália, tendo actuado no Wave Gotik Treffen e abriu para bandas como Ataraxia. PR – 8,0

Track list:
01 - Angelike (3:34)
02 - Notti Bianche (5:13)
03 - The Waves (4:31)
04 - Ocean Sea (5:31)
05 - Presagio Triste (4:34)
06 - House of Incest (4:36)
07 - Absence (6:12)
08 - Ivory (2:50)
09 - An Early Fright (7:17)
10 - Luminal (5:34)
11 - Amado Mio (3:23)

STURMAST
Ibis Redibis Nunquam In Bello Peribis
Cold Meat Industry – imp.
Os Sturmast praticam um folk influenciado por industrial marcial e estão a editar o seu novo álbum intitulado Ibis redibis nunquam in bello peribis. Não se trata de uma banda formada por um único membro, mas um coletivo liderado por Varga Gabor, que toca usando instrumentos reais. Este pormenor fornece uma atmosfera saudosista à cena industrial marcial. A sua música é composta por poderosas batidas de bateria, violino e violoncelo, guitarra acústica e instrumentos tradicionais. Este novo álbum é composto por sete temas na sua maioria cantados na língua do país originário da banda, a Hungria. PR – 8,0

Track list:
01 - Solum Ipsum (5:08)
02 - My Prayer is my Inner Armour (4:01)
03 - Kraft (4:13)
04 - The Big Play (6:03)
05 - For Everyone Circus and Bread! (4:41)
06 - Veni Vidi Vici (4:54)
07 - The Regiment is Departing (6:33)

MECHANICAL CABARET
Disbehave
Major Records – imp.
A banda inglesa Mechanical Cabaret é constituída por Roi Robertson, Tobi Chandler e Bruce Lovelock a fazer Synthpop com um toque de Electro-glam (sim). Soft Cell and Fad Gadget meet Mesh, so to speak.Soft Cell e Fad Gadget são nomes certos como influências e que podemos nomear a você a sentir como é a música do grupo. O nome é bem feliz (na escolha apenas) e vai marcar a cena, como os nomes acima citados, embora sem o apoio da grande mídia nem das gravadoras Majors. A Major não é uma gravadora Major, apenas no nome. Sacou? É um híbrido sintonia com nítidas influências Edged Glam e Punk e Post Punk, bem como Futurepop também. Ou seja, eles misturam tudo o que você gosta! Não chegarmos a ver tantas vezes com EP's estes dias são centradas em uma canção, com nada menos do que seis remixes, alguns dos quais com forte reworkings. The ASBO remix by Mesh is a good example of that.O ASBO remix por Mesh é um bom exemplo disso. The music sounds even more smoothly in this almost perfect remix. A música soa ainda mais suavemente neste quase perfeita remix. Furthermore remixes are present from ao the British acts Komputer, who deliver a house version of ‘Disbehave’ with their ‘Disbekomputer’, and a heavy ‘Disco Beaver’ remix by the industrial punk band Katscan. Além disso, os remixes estão onipresentes, como uma versão House de Disbehave, mais Disbekomputer e um pesado' Disco Beaver 'remix pelo industrial Katscan, banda Punk. The Soft Cell comparison can be applied to ‘When We Go, We Go Together’ too, a track which further explores synthpop territory.O Soft Cell é uma comparação podem ser aplicados a When We Go, We Go Together. Ouça e dance. PR – 8,0

Track list:
01 Disbehave (Remix)
02 Disbehave (Mesh ASBOMix)
03 When We Go, We Go Together (Lupin & Tonks Version)
04 Disbekomputer
05 Disbehave (Katscan Disco Beaver Mix)
06 Disbehave (Komputer, do what!?)
07 Disbehave (Yellow Mama Remix)

PURWIEN MIT WITT
Alle Fehler
Major Records – imp.
Relativamente a este único chamado Kalt tirado do álbum Eins, aqui temos cinco versões da canção título apresentados. Ou seja, vai ser single lá não sei aonde! São cinco versões da mesma música: editada para rádio, editada para single, um remix para pistas, uma versão esquisita, e outro nos moldes alemães. Ou seja, quando não se tem criatividade para fazer músicas legais em quantidade, vamos diversificar uma canção apenas! Trabalho normal e cotidiano para DJ’s, como é o caso aqui. Next to the melancholic album version a suitable unplugged version is added and of the remixes by ao NoyceTM, Beborn Beton and 3 Cold Men expecially the remix of Beborn Beton is noticeable.Próximo ao melancólico, versão a versão apropriada desconectado é acrescentado e dos remixes por ao NoyceTM, Beborn Beton e 3 Cold Men especialmente o remix de Beborn Beton é perceptível isso. They manage to turn this tune into an interesting club staple with more pace, lovely beats and beautiful extra sounds.Eles conseguem transformar esta melodia em um interessante ritmo, batimentos extra. The remix by 3 Cold Men has an 8 bit minimal electro touch and is also quite accomplished, but the pretty anonymous remix by NoyceTM unfortunately is less convincing.O remix tem um mínimo toque Electro, e é também muito cumprida, mas a bonita por NoyceTM infelizmente é menos convincente. So Kalt is a pleasurable single with the necessary lyrical depth for the fans of the synthpop sounds of Purwien (ex-Second Decay).Ao menos consegue soar como qualquer Electro Goth deveria: soa bem frio. PR – 7,0

Track list:
1. Alle Fehler - Radio Edit feat. Witt
2. Alle Fehler - Single Edit
3. Alle Fehler - The Promise Clubmix
4. Alle Fehler - Beborn Beton
5. Alle Fehler - Greifenkeil Bereitschaftsmix

INFORMATION SOCIETY
Synthesizer
Dancing Ferret Discs – imp.   
Alguém aí ainda lembra do Information Society? Eles tocaram até no Brasil em 2006, mas com uma formação totalmente diferente de outrora. Eles fizeram algum sucesso no Brasil nos anos 80 com algumas músicas, como Repetition e What's On Your Mind (Pure Energy) que estourou nas danceterias e discotecas, além de tocar a exaustão nas rádios FM. Hoje são uma penumbra do que foram no passado, considerados como uma das melhores bandas de Techno Pop (hoje chamado de Electropop) junto com Erasure, Rick Astley e Pet Shop Girls. O grupoé um projeto norte-americano que hoje se move nas linhas do Electropop dos 80s com toques de EBM e Electrogoth, tentando soar e conquistar esse público agora. Este CD reúne 13 temas mostrando influências de Depeche Mode (atual), De/Vision, Assemblage 23, Apoptygma Berzerk, VNV Nation, Covenant, Icon Of Coil ou NamNamBulu. Ou seja, a banda se desfigurou e poderia até mudar de nome, mas ainda assim, tem algumas faixas que respondem por algums momentos legais e atuais. De qualquer modo, fãs dos nomes já referidos podem gostar. Será que alguém lança Synthesizer no Brasil? AD – 7,0
GRADUAL HATE
Asphyxiated World
Independente – imp.
Duo espanhol de EBM. Bem, na Espanha tudo é mais exaltado e quente, o povo, a língua, a comida, as torcidas, as tradições (como a nefasta tourada) e na música também. A banda de Metal, são extremas e odientas ao extremo (pode ser redundante, mas não tem outro termo mais próximo do que isso para descrever), no Punk e Hardcore, as letras são separatistas e a música, furiosa. E no EBM, que á mais fria das músicas, por inexistirem instrumentos tradicionais, como fica a situação? Temos um Heavy e agressive EBM bem típico da década de 90, ou seja, nem tanto “pop” e dançante como dos anos 80, nem tanto frio e cadavérico como os dos anos 2000. irá também agradar a fãs de Industrial e demais ritmos eletrônicos. A dupla é Avencio DM e Miguel LS, que criaram este projeto em cima de batidas dançantes, melodias dramáticas e muito peso. Faixas como Wind e Broken são high-BPM stomps, com teclados apocalípticos, reverberação bem cheia e vocais distorcidos, que irão satisfazer também fãs da Darkwave, e fãs de bandas como Armageddon Dildos e Suicide Commando. As guitarras são ocasionais (um pequeno detalhe). Suicide é pura aggressão, vocais distorcidos, enquanto Heaven Or Hell é quase um Goth Rock/Industrial. O compositor japonês e Cyberpunk (ainda tem isso?) Kenji Siratori é um dos convidados especiais, aparecendo em Reptilian Control, fechando o disco. Os fãs puristas podem torcer o nariz ou até gostar da música contida em Asphyxiated World, mas irá agradar fãs de formações mais contemporâneas, como Severe Illusion and Noise. AD – 7,5